Compare Produtos, Lojas e Preços

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Lei de Grahan

  DIFUSÃO:

  É o processo pela qual as moléculas gasosas movem-se através das paredes porosas ou em um outro meio. A velocidade de difusão é proporcional à velocidade molecular média. Graham encontrou que a velocidade de difusão de um gás através de um outro é inversamente proporcional à raiz quadrada da densidade do gás. 
  
  EFUSÃO: 

  É a passagem de um gás através de uma abertura de um orifício. A velocidade de efusão de uma gás é inversamente proporcional à raiz quadrada de sua densidade ou de sua massa molar. 

   A velocidade de efusão é inversamente proporcional ao tempo que uma dada quantidade de gás requer para escapar. 

    A simples expressão acima explica porque plantas de separação de isótopo usada para enriquecer uranio para reator nuclear são tão grandes. Geração de energia nuclear depende da habilidade de separar urânio-235 a partir do urânio 238, mais abundante. Um processo usa uma série de reações para converter o urânio em um sólido volátil, hexafluoreto de urânio. O vapor de UF6 experimenta então a efusão através de uma série de
barreiras porosas. As moléculas de UF6 contendo urânio-235, que é mais leve que aquelas contendo urânio-238, experimentam a efusão mais rapidamente podendo assim ser separado do resto. Entretanto, a razão entre o tempo que a mesma quantidade de 235UF6 e 238UF6 requerido para efusão é somente 1,004, assim uma separação muito pequena ocorre. Para melhorar a separação, o vapor é passado através de vários estágios de efusão, conseqüentemente, a planta deve ser muito grande. A planta original de Oak Ridge, Tennessee, usa 4000 estágios e cobre uma área de 43 acres. Você pode ver porque tais plantas, vitais para defesa nuclear e geração de energia nuclear, são difíceis de se esconder das forças estrangeiras que querem monitorar capacidade nuclear alheios. 

   

  MATERIAL UTILIZADO:


- Papel de pesagem.
- Provetas de 50 e 250 mL.
- Erlenmeyer de 125 mL.
- Carbonato de Sódio NaCO3.
- HCl 1 mol/L.
- Becker de 250 mL.
- Conexão.
- Tubo de ensaio.
- Bico de Bünsen.


  PROCEDIMENTO:

  

1 - Preparar um tubo de vidro de de 70 cm de comprimento por 8 mm de diâmetro colocando-o num suporte contendo medidas;

2 - Preparar duas porções de algodão que caibam dentro do tubo e duas tampas com tamanho adequado para fechar as extremidades do tubo;

3 - Identificar ou marcar as extremidades (amônia e HCl) com uma caneta para retroprojetor;

4 - Embeber uma das porções de algodão com amônia líquida e a outra com solução de HCl, ambas de maneira que não formem poças de solução quando colocadas no interior dos tubos;

5 - Colocar os algodões dos tubos nas extremidades identificadas no item 3 e tampar. Acionar imediatamente o cronômetro;

6 - Deixar os gases difundirem ao longo do tubo;

7 - Ao observar a formação de um anel branco, marcar o tempo e o ponto que se formou;

8 - Calcular a relação de massa molar das duas substâncias e comparar com o valor teórico. Calcular, também, a razão entre velocidades de difusão e efusão.




--------------------------------------------------------------------------------

  DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DO DIÓXIDO DE CARBONO:


  PROCEDIMENTO:


1 - Montar o sistema de coleta de gases.
2 - Pesar com precisão (± 0,1mg) entre 1,0000 e 1,1000g de carbonato de sódio, anotar a massa do papel mais o carbonato e dobrar o papel de pesagem sem tocar diretamente com as mãos. Esta massa de carbonato é suficiente para colher o CO2 numa proveta de 250mL. Caso queira usar outra proveta de volume menor ou maior, testar qual massa apresentará os melhores resultados. 

3 - Medir numa proveta cerca de 30 mL de HCl 1mol/L e transferir para um erlenmeyer de 125mL. 

4 - Pesar o Erlenmeyer com HCl e anotar a massa. 

5 - Introduzir o papel com o carbonato no Erlenmeyer com HCl, tampar, imediatamente, e agitar evitanto tocar o erlenmeyer diretamente com as mãos. Anotar o volume de CO2 produzido e pesar todo conjunto após a evolução do gás. 


6 - Consultar os valores de pressão atmosférica e temperatura no dia e hora da experiência. Anotar os resultados. Comparar o valor da densidade do CO2 com o da literatura. 

7 - Descartar a solução final. 

 

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Segurança no Laboratório

Algumas dicas de como evitar acidentes em um laboratório de química.

1- Consulte a lista de segurança geral no item SEGURANÇA;

2 - Use sempre o avental, de algodão e com mangas compridas; 

3 - Use calças e sapatos fechados;

4 - Não use relógio, anéis ou pulseiras;

5 - Em caso de acidente, mantenha a calma e chame o professor ou técnico;  

6 - Não fume, não beba e não coma no laboratório;  

7 - Use a capela sempre que trabalhar com solventes voláteis, reações perigosas, explosivas ou tóxicas;  

8 - NUNCA jogue reagentes ou resíduos de reações na pia, localize os frascos apropriados para descarte;  

9 - Para trabalhar com produtos corrosivos, utilizar as luvas de proteção adequadas; 

10 - Nas pissetas usar somente água destilada;

11 - Sempre identificar soluções preparadas com: Nome do reagente, data de preparo, concentração, nome do preparador e fornecedor;

12 - Sempre use equipamentos de proteção individual;


terça-feira, 25 de agosto de 2009

DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA

MATERIAL

Um copo 
Água 
Uma régua de 30cm 
Gasolina 

PROCEDIMENTO
1. Adicione um volume de água em um de gasolina (solução 1/1);
2. Agite o sistema e meça o volume inicial e final da gasolina antes e após a agitação;
3. Calcule o volume de álcool que estava dissolvido na gasolina pela subtração:

Válcool dissolvido = Vinicial de gasolina - Vfinal da gasolina

Desta maneira você poderá ser capaz de determinar a porcentagem do álcool na amostra da gasolina pela relação abaixo :

Vinicial de gasolina ------------------------------------------- 100%
Válcool dissolvido ---------------------------------------------- X

Onde X é o valor de álcool na gasolina a ser determinado

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Fazendo sabão

Materiais utilizados:

  - NaOH (soda cáustica), filtro de papel,copos descartáveis, água, perfume ou álcool, sal de cozinha e gordura (óleo vegetal, óleo de cozinha).

Procedimentos:

Prepare uma solução de hidróxido de sódio aquosa, para isso, dissolva um pouco de soda cáustica em um 100 mL de água. A solução aquecerá, por isso deve-se tomar cuidado. Quando estiver adicionando a soda cáustica a água, faça isso, adicionando pequenas quantidades de soda à água, para evitar aquecimento acelerado. 
Filtre a solução, utilizando um filtro de papel, que depois será descartado. 
Adicione a solução de hidróxido de sódio em uma vasilha que possa ir ao fogo, coloque a gordura vegetal dentro da mesma vasilha. Aqueça a mistura por alguns minutos. A aparência da mistura se modificará. 
Pare o aquecimento. 
Adicione uma colher de sal de cozinha e um pouco de perfume ou álcool à solução e misture. 
Espere a solução resfriar. 
Formará uma camada na parte de cima do líquido, recolha esta camada sólida, ela é o sabão. 
O sabão formado é a parte sobrenadante, depois de retirá-la, experimente-a, ou seja, utilize o sabão para verificar a sua utilidade. 
O sabão é um bom meio de limpeza, pois ele possui uma parte de sua molécula polar e uma outra apolar , sendo a sujeira também apolar, então as partes apolares se unirão e a sujeira sairá, a parte polar do sabão se unirá à água que também é polar.


domingo, 19 de julho de 2009

3.2 Produção de Chocolate

Após a secagem, as amêndoas são submetidas ao processo de limpeza que inclui a remoção de metais e pedras, ou outros materias estranhos que possam contaminar o produto. Em seguida, são torradas para que novos sabores e odores sejam desenvolvidos e também para facilitar a remoção posterior das cascas. A presença de cascas no chocolate é indesejável por prejudicar o sabor e provocar excessivo desgaste das máquinas.
Depois de descascadas, as amêndoas são moídas até que sejam obtidas particulas com tamanho inferior a 40 um. A pasta resultante dessa moagem e chamada de " líquor" e contém os solidos do cacau, além da fração gordurosa(manteiga). Quando submetida à prensagem, as duas frações serão separadas, obtendo-se a torta e a manteiga. Ambos os produtos da prensagem passarão por etapas posteriores de tratamento para que possam ser utilizados em chocolates ou seus derivados.
Os chocolates resultam de misturas envolvendo o líquor, manteiga de cacau, açúcar, leite(apenas alguns tipo), emulsificantes e aromatizantes.

terça-feira, 23 de junho de 2009

3.1 Produção de Chocolate

A obtenção de chocolate envolve várias etapas, desde a fermentação das sementes de cacau até a conchagem, que é o processo que dá a característica final do chocolate. Esta característica consiste, particularmente na exigência de que o chocolate seja sólido à temperatura ambiente(25°) e , por outro lado, possa fundir rapidamente na boca a 37°, produzindo um líquido que seja suaveà lingua. O processamento do chocolate está condicionado ao atendimento destas caracteristicas.


Existem muitos métodos diferentes de beneficiamento do fruto do cacau, mas os mais tradicionais se baseiam no processo mostrado na descrição abaixo, que representa a fase inicial do beneficiamento até obtenção da torta e da manteiga.



Colheita --> Partido --> Extração da polpa --> Fermentação --> Secagem natural ( umidade inicial 30- 40%, umidade final 6-7% ) --> Limpeza --> Torrefação --> Amêndo torrada --> Moagem e Descascamento --> Liquor( pasta de cacau) --> Prensagem --> Manteiga e Torta

Depois de colhido, o cacau é submetido a um corte ( partido), de forma que a polpa seja removida, e as amêndoas são entãocolocadas para fermentar. Durante a fermentação, ocorrem várias transformaçõesno interior das amêndoas e alguns componentes químicos precursores do flavour do chocolate são formados. A etapa seguinte é a secagem, que também irá influenciar na qualidade de aroma e sabor final do chocolate. Uma secagem deficiente poderá favorecer o desenvolvimento de fungos que irão produzir sabor desagradavel no produto.



quarta-feira, 3 de junho de 2009

2.0 Tipos de chocolates

O chocolate é um alimento popular que tem conhecido diversas formas de apresentação. Pode ser bebido( chocolate em pó) com leite, ou em tabletes. Neste caso é apresentado em muitas versões: ao leite, branco, meio amargo, com amêndoas ou avelãs, com ou sem recheio, etc, variando em função do acréscimo em partes diferentes de seus componentes individuais e assim, varia também
seu valor calórico, que em qualquer dos casos é elevado.

  • Chocolate amargo- feito com grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas.
  • Chocolate preto- deve ser usado um mínimo de 35% de cacau, segundo as normas europeias.
  • Chocolate ao leite - leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas europeias estabelecem um mínimo de 25% de cacau
  • Couverture- chocolate rico em manteiga de cacau, utilizado pelos profissionais chocolateiros, com mais de 70% de cacau, e gordura de cerca de 40%.
  • Chocolate branco- feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina, podendo ser acrescentados aromas como o de baunilha.
  • Chocolate em pó- usado em receitas, trata-se de amêndoa de cacau ralada e destituída da manteiga de cacau. Pode ser amargo(recebe o nome de cacau em pó),meio amargo e doce.
  • Achocolatado- usado para misturar com leite, é composto basicamente por chocolate, leite em pó e açúcar.
  • Chocolate para cobertura- concentrado em manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade e que facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. São comercializados em três tipos:meio amargo, branco e comum(ao leite).